NR-1 · Consultoria x software

Quanto custa fazer o PGR com consultor?

Resposta rápida: consultoria de PGR costuma ser cobrada por visita ou projeto avulso — de algumas centenas a alguns milhares de reais, dependendo do porte e da região — e geralmente não inclui manutenção contínua.

Quando a empresa decide não fazer o PGR sozinha, o caminho mais comum é contratar um consultor ou uma empresa de segurança do trabalho. O problema não é só o preço — é o formato: você paga por uma entrega pontual, e o documento precisa ser atualizado sempre que algo muda na empresa (novo funcionário, novo risco, nova exigência da NR-1).

O que costuma pesar no preço da consultoria

FatorComo afeta o valor
Número de funcionáriosMais gente = mais tempo de levantamento e de pesquisa.
Grau de risco da atividadeAtividades mais arriscadas exigem inventário mais detalhado.
Inclui a pesquisa psicossocial?Nem toda consultoria já cobra isso — pode ser cobrado à parte.
Atualização inclusa?Muitas cobram de novo a cada revisão do documento.

O que sai mais caro do que parece

A alternativa contínua: um sistema que gera o PGR, aplica a pesquisa psicossocial e mantém tudo atualizado sozinho custa a partir de R$ 19,90/mês fixo pra pequena empresa — sem depender de nova visita paga a cada mudança.

Faixas de preço reais do mercado (2026)

Consultoria de PGR não tem tabela pública, mas o mercado brasileiro se comporta em três blocos, mais ou menos previsíveis por porte da empresa:

Regiões metropolitanas (SP, RJ, DF) costumam ficar no topo dessas faixas; capitais do Norte e do Nordeste, mais próximas do piso. A pesquisa psicossocial — nova em 2026 — às vezes entra no escopo, às vezes é cobrada como módulo separado (mais R$ 800 a R$ 2.500 dependendo do porte).

O que a consultoria faz por dentro (e o que costuma faltar)

Um projeto de PGR bem feito envolve, no mínimo, cinco entregas:

  1. Diagnóstico inicial: conversa com o dono/RH, mapa dos postos de trabalho, tempo de exposição de cada função.
  2. Inventário de riscos: lista dos perigos identificados (físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, de acidente e — obrigatório desde 26/05/2026 — psicossociais).
  3. Avaliação: classificação de cada risco em severidade e probabilidade, gerando o "nível de risco" que dita a urgência.
  4. Plano de ação: medidas de controle, responsáveis e prazos, item por item.
  5. Documentação em duas partes: Inventário e Plano de Ação (obrigatórios pela NR-1) mais registros de treinamentos e evidências (fotos, ordens de serviço, atas).

O que costuma faltar quando o contrato é "avulso" é a manutenção contínua: cada novo funcionário, cada mudança de layout, cada denúncia interna deveria disparar uma revisão do documento. Se o consultor não é chamado, o PGR vai envelhecendo em silêncio — e um documento desatualizado, na hora da fiscalização, pesa quase como se não existisse.

Quando o consultor vale a pena — e quando não vale

Vale a pena quando: a empresa tem grau de risco 3 ou 4 (indústria pesada, construção civil, mineração, saúde hospitalar); quando existe risco químico ou biológico específico exigindo laudos ambientais (LTCAT, avaliações de agentes); ou quando há necessidade de acompanhamento presencial por norma específica (NR-15, NR-33 em espaços confinados etc.).

Não vale a pena quando: a empresa é comércio, serviço ou escritório de baixo risco; quando o número de funcionários é pequeno (até 20-30); quando a rotatividade é alta (a cada admissão você precisaria pagar revisão); ou quando o dono quer manter o documento vivo e acessível pra passar por auditoria sem se preocupar com agenda de terceiro.

4 perguntas pra fazer antes de assinar com um consultor

  1. A pesquisa psicossocial está inclusa? Se não estiver, quanto custa à parte? (Sem ela, o PGR não atende a NR-1 desde 26/05/2026.)
  2. Quantas revisões anuais estão no preço? A NR-1 exige revisão a cada 2 anos no mínimo — mas evento novo (acidente, denúncia, mudança de layout) dispara revisão fora do ciclo.
  3. Quem assina o documento? Precisa ser profissional habilitado ou o próprio empregador em regime simplificado. Confirme antes.
  4. O que fica no seu poder ao fim do projeto? Peça os arquivos-fonte (editáveis), não só o PDF. Documento em PDF fechado é refém do consultor.

Como saber, em 1 minuto, o que sua empresa precisa

Antes de contratar qualquer consultoria, vale entender exatamente o que falta na sua empresa — pra não pagar por mais (ou menos) do que precisa. O teste da Normativ leva um minuto, olha o CNPJ, mostra os riscos prováveis da sua atividade e indica o caminho mais barato pra você chegar ao PGR válido: sozinho, com consultor ou com software.

O que a Normativ cobra (aberto)

Enquanto a consultoria avulsa cobra por visita (algumas centenas a alguns milhares de reais por projeto, sem manutenção depois), a Normativ faz o PGR de forma contínua por R$ 19,90/mês (MEI com 1 empregado), R$ 149/mês (2 a 15 funcionários) ou R$ 14 por funcionário/mês (16+). Trial de 14 dias grátis, sem cartão. O plano é travado pelo porte real da empresa: quem tem 20 pessoas não paga como MEI.

Preço da Normativ (aberto):
  • Simplificado — R$ 19,90/mês fixo (MEI com 1 empregado ou ME/EPP até 19 funcionários em regime simplificado)
  • Micro — R$ 149,00/mês fixo (2 a 15 funcionários)
  • Padrão — R$ 14,00 por funcionário/mês (16 funcionários ou mais)

14 dias grátis, sem cartão. O plano é travado por porte real da empresa (número de colaboradores CLT ativos) — evita empresa grande contratar plano pequeno.

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